terça-feira, 2 de maio de 2017

O peculiar caso de: O Signo dos quatro

Olá, meus caros. Hoje resenharei sobre um livro muito especial, o qual foi escolhido por mim. Este livro foi escrito pelo grande mestre Sir Arthur Conan Doyle (sim, ele recebeu o título de Sir), e configura-se em seu segundo romance. O seu nome é: O signo dos quatro. Já adianto que o livro é muito bom. Por este motivo, tentarei fornecer o mínimo de spoilers possíveis para não diminuir uma futura experiência de vocês, caso decidam lê-lo.

Sherlock Holmes encontra-se entediado, e para por fim a este sentimento usa droga. Acontece que os dias estão pacatos, somente com pequenos crimes, nada que exija o uso de sua brilhante mente. Sentado em seu escritório juntamente com seu leal amigo Watson, ele recebe a visita de uma bela senhorita chamada Mary Morstan, que relata a Sherlock o peculiar desaparecimento de seu pai, o capitão Morstan, aliado ao recebimento anualmente de perolas e recentemente de uma carta misteriosa. Diante dos fatos ditos por Mary, Holmes aceita o caso, porém, não fica tão entusiasmado com este (digamos que para ele o caso no momento tem nota sete de dificuldade).

Ao desenrolar ainda do primeiro dia da história, Sherlock, Watson e Mary conhecem o Senhor Thaddeus Sholto, filho do Major James Sholto que era melhor amigo do capitão Morstan, e servira com este na Índia. Thaddeus Sholto esclarece algumas dúvidas, como o desaparecimento do Capitão Morstan e introduz na história um grande tesouro, do qual ele diz que Mary tem direito a metade. Ainda segundo Thaddeus, o tesouro se encontra na posse de seu irmão gêmeo, Bartholomew Sholto, que mora na mansão de deixada pelo pai de ambos.

Ao se dirigirem todos à mansão, eles descobrem que ali aconteceu um terrível crime. Neste momento, Sherlock põem em prática seus grandes métodos de investigação para procurar pistas (gosto muito destas partes dos livros do Doyle porque mesmo que eu não consiga, sempre tento acertar algo sobre a resolução dos crimes).

Enquanto Sherlock analisa a cena do crime, chega a mansão o detetive Jones, que tenta de toda maneira ser melhor do que Holmes, e por este motivo tira suas conclusões a respeito do caso de maneira precipitada (é divertido ver o impasse entre os dois).

Depois de muito esforço e uso de todos os seus recursos para investigações, Sherlock finalmente prende os criminosos, cujos me chamaram muito a atenção por serem extremamente peculiares. Dois indivíduos totalmente diferentes um do outro e muito fora do comum, que com a astúcia do autor formam uma excelente dupla para o crime.

Este é o terceiro livro que leio cujo protagonista é o Sherlock Homes, e afirmo de coração que este último, assim como os outros dois, é um livro perfeito. Não consigo achar defeitos nele. Para mim, ele cumpre tudo o que se espera de um romance policial e ainda possui o diferencial de ter um personagem principal tão peculiar.

Sim, se me dissessem para definir o livro com uma palavra, com certeza seria peculiar, pois desta maneira o livro se mostra desde os personagens, a execução do crime e o desfecho da história.

Diante do exposto, indico O signo dos quatro a todos que procuram um ótimo livro com um excelente clímax e enredo, dignos de cinco estrelas.